quarta-feira, 25 de maio de 2011

Lemmy

Lemmy

Lemmy (nome artístico de Ian Fraiser Kilmister; Burslem, 24 de dezembro de 1945), também conhecido por Ian Fraiser Willis e Lemmy the Lurch, é um baixista e cantor inglês. Lemmy é conhecido por ser o fundador da banda de rock inglesa Motörhead. É adorado pelos seus fãs por sua postura roqueira, estilo de tocar e timbre de voz marcante. O apelido "Lemmy" é pela mania que Lemmy tinha de pedir dinheiro emprestado aos amigos (em inglês: - "lemmy a money").
Antes de ser músico, foi roadie do cantor e guitarrista Jimi Hendrix, tocou nas bandas Rockin' Vickers e Sam Gopal, sendo roadie da banda Hawkwind, onde ocupou o lugar do baixista que havia faltado no show - e deixado o instrumento na van da banda. Expulso da Hawkwind por ter sido detido no Canadá com anfetaminas, montou sua banda, originalmente chamada de Bastards, mais tarde chamada de Motörhead, a ultima musica de lemmy escrita para o Hawkwind que apareceu no lado B de seu compacto "King Of Speed, de 1975. Sua autobiografia, White Line Fever, narra sua carreira e os principais altos e baixos enfrentados pela banda. Atualmente Lemmy tem sofrido bastante com os shows do Motörhead, alega que está quase surdo, devido ao alto volume dos seus amplificadores.

Infância e adolescência
Lemmy nasceu na véspera de natal em 1945 em Burslem, Stoke on Trent, Inglaterra.[1] Quando tinha três meses, seu pai, um ex-capelão da força aérea real, se separou de sua mãe. Sua mãe e sua avó moravam em Newcastle e se mudaram para Madeley, Staffordshire.[2] Quando completou dez anos, sua mãe se casou com George Willis, que já tinha dois filhos de outro casamento, Patricia e Tony, com os quais não se relacionava. A família se mudou para uma fazenda em Benllech no País de Gales, foi nessa época que Lemmy começou a mostrar interesse em rock and roll, música, garotas e cavalos. Frequentava a escola Ysgol Syr Thomas Jones em Amlwch, onde foi apelidado "Lemmy", que apesar dos boatos sobre a origem do apelido, o próprio diz desconhecer o porque.
Ele viu os Beatles tocarem no Cavern Club quando tinha 16 anos, depois aprendeu a tocar guitarra escutando o primeiro disco deles. Ele também admirava a atitude sarcástica da banda, particularmente de John Lennon.[3] Ao sair da escola e com a mudança de sua família para Conwy, Lemmy teve alguns empregos temporários, um deles na fábrica Hotpoint da cidade, ao mesmo tempo tocava guitarra em bandas locais como a The Sundowners e ainda passava algum tempo em uma escola de montaria. Aos 17 anos, ele conheceu uma garota chamada Cathy, e seguiu ela até Stockport onde ela teve seu filho, Sean. Sean foi deixado para adoção.

Paul McCartney

Paul McCartney

Sir James Paul McCartney MBE (Liverpool, 18 de junho de 1942) é um cantor, compositor, baixista, guitarrista, pianista, multi-instrumentista, empresário, produtor musical, cinematográfico e ativista dos direitos dos animais britânico. McCartney alcançou fama mundial como membro da banda de rock britânica The Beatles, com John Lennon, Ringo Starr e George Harrison. Lennon e McCartney foram uma das mais influentes e bem sucedidas parcerias musicais de todos os tempos, "escrevendo as canções mais populares da história do rock".[1] Após a dissolução dos Beatles em 1970, McCartney lançou-se em uma carreira solo de sucessos, formou uma banda com sua primeira mulher Linda McCartney, os Wings. Ele também trabalhou com música clássica, eletrônica e trilhas sonoras.
Em 1979, o Livro Guinness dos Recordes declarou-o como o compositor musical de maior sucesso da história da música pop mundial de todos os tempos.[2] McCartney teve 29 composições de sua autoria no primeiro lugar das paradas de sucesso dos EUA, vinte das quais junto com os Beatles e o restante em sua carreira solo ou com seu grupo Wings.
Paul McCartney é o canhoto e baixista mais famoso da história do rock, embora também toque outros instrumentos, como bateria, piano, guitarra, teclado, etc. É considerado como um dos mais ricos músicos de todos os tempos. Foi eleito, em 2008, o 11º melhor cantor de todos os tempos pela revista Rolling Stone. Fora seu trabalho musical, McCartney advoga em favor dos direitos dos animais, contra o uso de minas terrestres, a favor da comida vegetariana e a favor da educação musical. Em 1997 foi publicada a biografia intitulada Many Years From Now, autorizada pelo músico e escrita pelo britânico Barry Miles. Sua empresa MPL Communications detém os direitos autorais de mais de três mil canções,[3] incluindo todas as canções escritas por Buddy Holly.
Paul McCartney é vegetariano e já declarou à imprensa como tomou essa decisão: "Há muitos anos, estava pescando e, enquanto puxava um pobre peixe, entendi: eu o estou matando, pelo simples prazer que isso me dá. Alguma coisa fez um clique dentro de mim. Entendi, enquanto olhava o peixe se debater para respirar, que a vida dele era tão importante para ele quanto a minha é para mim". É membro honorário e participante ativo das campanhas do PETA (People for the Ethical Treatment of Animals, ou Pessoas pelo tratamento ético dos animais, em português).

Paul nasceu no Hospital Geral de Liverpool, Inglaterra, onde sua mãe, Mary, tinha trabalhado como enfermeira na maternidade alguns anos antes.[5] Ele tinha um irmão, Michael, que nasceu no dia 7 de janeiro de 1944.[6] Foi batizado com o nome de James Paul McCartney na igreja católica; sua mãe era católica e o pai, protestante, posteriormente tornou-se agnóstico. Como muitos de Liverpool, os McCartney tinha ascedência irlandesa.[7]
A casa de infância de Paul, em 2006: a casa atrai actualmente muitos fãs e turistas.
Aos onze anos, Paul passou a frequentar a escola Liverpool Institute.[8] Foi no ônibus a caminho da escola que Paul conheceu George Harrison.[9] Em 1955, os McCartney mudaram-se para 20 Forthlin Road, em Allerton (subúrbio de Liverpool). Atualmente a casa dos McCartney faz parte do The National Trust.[10](organização que protege e conserva locais de interesses históricos na Inglaterra).
No dia 31 de outubro de 1956, aos 14 anos, Paul perdeu a mãe que faleceu de embolismo após uma mastectomia para conter o câncer de seio.[11] Esse acontecimento faria posteriormente com que Paul se sentisse próximo a John Lennon que também perdeu a mãe precocemente aos 17 anos.[12]
O pai de Paul, Jim, trabalhava vendendo algodão. Ele tocava trompete e piano e teve uma banda de dança de salão nos anos 20. Após a morte da mulher, Jim começou a estimular Paul a se interessar pela música comprando-lhe um trompete. Mas Paul não se interessou pelo trompete. Seu interesse pela música só começou quando o skiffle tornou-se popular na Inglaterra.


Anos 60
No ano de 1957, McCartney então com quinze anos conheceu John Lennon ao assistir ao show de uma banda chamada Quarrymen em Woolton (subúrbio de Liverpool). Esta seria a banda que daria origem aos The Beatles. No início, a tia de John desaprovou a amizade dos dois pois McCartney vinha da classe operária. A entrada de McCartney para a banda se deu após Lennon ver McCartney tocar a canção "Twenty Flight Rock" de Eddie Cochran. John Lennon acabou o convidando para entrar para a banda. Os dois começaram a compor juntos algumas canções. Em 1958, McCartney convenceu Lennon a aceitar George Harrison na banda. Lennon estava relutante ao aceitá-lo já que Harrison era considerado muito novo. Após a entrada de Harrison, Stuart Sutcliffe, amigo da escola de artes de John Lennon, entrou para a banda como baixista.
Os Quarrymen mudaram de nome várias vezes até começaram a se chamar The Beatles. Em 1960, a banda foi pela primeira vez tocar em Hamburgo. Na época, Jim McCartney relutou bastante em deixar seu filho ainda adolescente, Paul, ir a Hamburgo.[13] Paul e o baterista Pete Best acabaram sendo deportados da Alemanha após darem início a um pequeno incêndio no local onde estavam hospedados.
Os Beatles quando chegaram no Aeroporto JFK, na Cidade de Nova Iorque, em 7 de fevereiro de 1964: essa primeira visita dos Beatles aos Estados Unidos é um dos momentos fundamentais da história da banda e, mais amplamente, do rock mundial.[14]
Em 21 de março de 1961, os Beatles fizeram seu primeiro show no Cavern Club.[15][16] Após Paul McCartney notar que outras bandas de Liverpool tocavam as mesmos covers que eles, ele e John se intensificaram em compor novas canções.[17] No mesmo ano, os Beatles retornaram a Hamburgo para fazer shows em clubes noturnos, neste momento Paul passou a tocar baixo pois Stu largara a banda[18] e então os Beatles se tornaram um quarteto com dois guitarristas (John e George), um contrabaixista (Paul) e uma baterista (Pete).[19] Foi ainda no mesmo ano que os Beatles conheceram Brian Epstein e logo depois conseguiram o contrato com a EMI Parlophone após serem recusados pela Decca Records. Com a assinatura do contrato, Pete, o baterista, foi dispensado e em seu lugar entrou Ringo Starr.
Durante os Beatles, McCartney formou junto a John Lennon uma dupla de compositores, e combinaram que mesmo quando alguma canção fosse escrita só por um deles, ela traria a assinatura de Lennon/McCartney. Nos Beatles, McCartney era o que mais escrevia canções românticas. São de sua autoria canções como "Yesterday", "And I Love Her", "Michelle" e "Here There and Everywhere". Embora Paul sempre fosse acusado de só escrever baladas, ele também escreveu várias canções com um estilo mais pesado como "Back In The USSR", "Helter Skelter" e "The End". A canção "Yesterday" é a mais regravada por outros artistas em todos os tempos. Nos anos 60, Paul ainda escreveu canções para outros músicos entre elas "A World Without Love" gravada por Peter & Gordon que atingiu o primeiro lugar nas paradas de sucesso).[20] Em 1966, os Beatles, no auge da fama, pararam de fazer shows ao vivo. No mesmo ano, Paul McCartney foi o primeiro beatle a desenvolver um projeto musical solo, onde compôs a trilha sonora para o filme televisivo The Family Way. Pelo trabalho, McCartney ganhou o prêmio Ivor Novello como melhor tema instrumental.
Depois que Brian Epstein morreu em 1967 e John Lennon passou os Beatles para segundo plano, após conhecer Yoko Ono, McCartney se tornou a figura central da banda, o que acabou gerando conflitos com Lennon. Ele e Lennon também entraram em conflito na hora de escolher um novo empresário para a banda. Em 1969, McCartney tentou convencer os outros beatles de voltarem a fazer apresentações ao vivo. Neste mesmo ano, por sua sugestão os Beatles gravaram o filme/documentário Let It Be pensando que isto os reaproximaria, o que não aconteceu. No dia 10 de abril de 1970, Paul McCartney anunciou publicamente o fim dos Beatles em entrevista coletiva e anunciou o lançamento de seu primeiro álbum solo.[21] Embora eles já não quisessem mais continuar juntos a entrevista antecipada de Paul sem o consentimento dos demais integrantes gerou mágoas a ponto de ser acusado por eles de traidor.
O lançamento do álbum Let It Be quase um mês depois da declaração oficial do fim dos Beatles deixou Paul insatisfeito. A produção do álbum foi entregue a Phil Spector, e McCartney ficou desapontado com o tratamento que Phil deu a suas canções, principalmente em "The Long and Winding Road".

A lenda da morte de Paul McCartney

A lenda da morte de Paul McCartney começou no final dos anos 60. No dia 12 de outubro de 1969, um telefonema anônimo ao DJ Russ Gibb da radio WKNR-FM de Dearborn, Michigan, informou sobre a morte de Paul dizendo que se a canção "Revolution 9" fosse ouvida ao contrário seria possível ouvir turn me on, dead man (reviva-me, homem morto).[22] Posteriormente um estudante da Universidade de Michigan publicou uma revisão sobre o álbum Abbey Road detalhando vários indícios da morte de Paul McCartney.[23] No dia 14 de outubro, um jornal de Michigan abordou o assunto. A lenda tomou força quando um DJ de Nova York, Ruby Yonge, falou em seu programa da WABC sobre a morte de McCartney. Ruby foi demitido imediatamente porém a rádio WABC podia ser escutada em quase todo o território americano, o que acabou fazendo com que a lenda tomasse proporções gigantescas.
A versão mais comum é que Paul McCartney teria morrido em um acidente de carro (evidência encontrada na canção "A Day In The Life"). E a partir de sua morte os Beatles passaram a deixar pistas em seu trabalho sobre o fato. O indício mais forte que teria sido deixado pelos Beatles estaria na capa do álbum Abbey Road. Na capa há um fusca branco com a placa "LMW 281F", o 28 IF significaria 28 anos se McCartney estivesse vivo (If significa "se" em português). Além disto McCartney aparece descalço (como os mortos eram enterrados na Inglaterra), estava segurando o cigarro na mão direita (Paul é canhoto), e na placa do fusca branco as iniciais LMW poderiam significar Linda McCartney Weeps (em português Linda McCartney chora) ou Linda McCartney Widow (Linda McCartney viúva).

MBE e o título de Sir
Como os outros três membros da banda, McCartney foi agraciado, em 1966 como Membro do Império Britânico. Porém, é o único membro dos Beatles a ostentar o título de "Sir", honraria que lhe foi concedida pela Rainha em 1997. O título de Sir é mais distinto do que o de Membro do Império, por se tratar de um título nobiliárquico de mais alto valor, equivalente a "Cavaleiro do Império Britânico" (Knight of the British Empire). Apenas Paul McCartney recebeu a distinção, por isso, é incorreto chamar os outros membros da banda de "Sir".

Anos 70: Solo
Em seu primeiro álbum após o fim do Beatles, McCartney, McCartney escreveu todas as canções, gravou todos os instrumentos e produziu o disco em um estúdio particular de sua casa, com Linda fazendo os vocais de apoio. O disco foi considerado caseiro demais para os críticos, mas mesmo assim McCartney conseguiu fazer sucesso com a canção "Maybe I'm Amazed" e "Every Night".
Em 1971, McCartney lançou o compacto Another Day, que alcançou sucesso. Ainda no mesmo ano, junto com sua mulher, lançou outro álbum solo, Ram, com alfinetadas ao seu ex-parceiro musical, John Lennon (como na canção "Too Many People"). Mais tarde John Lennon responderia com a canção "How Do You Sleep?" atacando McCartney. O álbum ainda trazia uma foto de dois besouros (beetles em inglês) copulando em referência aos Beatles. Assim como John Lennon fez com Yoko Ono, Paul McCartney insistiu para que Linda McCartney se tornasse sua parceira musical e ela, assim como Yoko, recebeu através do anos várias críticas por falta de talento musical. Mas o álbum Ram é considerado por muitos como um dos melhores de sua carreira solo, e a canção "Uncle Albert/Admiral Halsey" foi o maior sucesso comercial do álbum.

Anos 70: Wings
Depois do disco solo Ram, ainda em 1971, Paul voltaria a formar uma nova banda, os Wings. Sua nova banda teve durante os anos de sua existência como integrantes fixos Paul McCartney, Denny Laine (ex-Moody Blues) na guitarra e Linda McCartney nos teclados. Outros integrantes não eram fixos como os três.
Paul e Linda McCartney em 1973, com quem formou o Wings.
Os Wings lançaram seu primeiro trabalho em 1972, Wild Life. No mesmo ano, os Wings apresentaram-se pela primeira vez ao vivo em algumas universidades inglesas. Em 1973, o grupo lançou o álbum Red Rose Speedway. Pela primeira vez a banda atingiria o primeiro lugar nas paradas de sucesso, com este álbum e com a canção "My Love". No mesmo ano, a banda lançou a canção "Live And Let Die", parte da trilha sonora do filme de 007 - James Bond: Viva e Deixe Morrer.
O álbum seguinte foi o álbum de maior sucesso da banda, Band on the Run, eleito o disco do ano, apresentando hits como "Jet" e a faixa-título. Em 1974, os Wings lançaram o álbum Venus and Mars e no ano seguinte o álbum Wings at the Speed of Sound com a canção "Silly Love Songs", em resposta a provocação de John Lennon em "How dou you sleep?" do álbum Imagine.
Em "Tomorrow" no álbum Wild Life, Paul responde à ironia de Lennon em "How do You Sleep?" - "The only thing you could make was Yesterday". (Yesterday <> Tomorrow)
A banda fez uma tournê mundial em 1975-1976 registrada no álbum Wings Over America. Em 1977, a canção "Mull of Kintyre" se tornou o grande sucesso de Paul McCartney em parceria com Denny Laine. No ano seguinte, a banda lançou o álbum London Town, seu disco mais vendido que trouxe o sucesso "With A Little Luck". Em 1978 foi a vez do álbum Back to the Egg que contou com a participação de Pete Townshend (The Who), David Gilmour (Pink Floyd), John Paul Jones e John Bonham (ambos do Led Zeppelin) nas canções "Rockestra Theme" e "So Glad to See You Here".
Em 1979, Paul McCartney organizou o show Concert for the People of Kampuchea. Participaram do show não só os Wings mas como também o Queen, The Who, Pretenders, The Clash e Elvis Costello entre outros. Logo após, o Wings partiu em uma turnê ao Japão, onde McCartney foi preso por 8 dias ao desembarcar no aeroporto por porte de maconha. Era o fim da banda.

2000 - atual
Em 2001, Paul McCartney lançou uma coletânea contendo as melhores canções dos Wings, Wingspan, e um documentário sobre a banda em DVD com o mesmo nome. No fim do ano, ele organizou The Concert for New York City, um espetáculo em resposta aos ataques de 11 de setembro.[43] Participaram do show realizado no Madison Square Garden de Nova York o grupo The Who, Eric Clapton, Billy Joel e Elton John, entre outros. No fim do ano, Paul recebeu a notícia do falecimento de George Harrison. Após a morte de Harrison, McCartney tocou em homenagem algumas vezes composições de George em seus shows, incluindo "For Your Blue", "Something", "While My Guitar Gently Weeps" e "All Things Must Pass".
Com o lançamento do disco Driving Rain ainda em 2001, McCartney iniciou uma turnê em 2002 que acabou sendo registrado em disco e em DVD chamado Back in the US. Ele ainda compôs e gravou a canção título para o filme Vanilla Sky, e foi indicada ao Oscar de melhor canção mas não venceu.[44]
McCartney toca no The Roundhouse em 2007, para o BBC Electric Proms.
Durante esses últimos anos, McCartney realizou espetáculos que entraram para a história. Apresentou-se duas vezes na partida final do Super Bowl (em 2002 e 2005), finalizou o show em comemoração ao Jubileu da Rainha da Inglaterra Party at the Palace, participou de uma homenagem feita ao ex-beatle George Harrison no Royal Albert Hall em Londres (Concert for George em 2002), fez o primeiro show da história da canção no Coliseu de Roma, apresentou-se pela primeira vez em Moscou (em 2003), tocou no famoso festival inglês Glastonbury Festival (em junho de 2004), tocou no Rock in Rio Lisboa (em 2004) e abriu e finalizou o show do Live8 (em julho de 2005). No ano de 2005, McCartney lançou o disco Chaos and Creation in the Backyard, que foi indicado ao Grammy de melhor álbum.
Em 2007, McCartney oficialmente saiu da Capitol Records e ingressou para a rede de cafés Starbucks[45] com o seu selo musical " Hear Music", lançando o álbum Memory Almost Full no dia 4 de junho. Para promover o álbum, Paul apareceu no comercial da Apple Computer, iPod+iTunes. No dia 26 de junho de 2007, McCartney apareceu no programa de Larry King da rede CNN com Ringo Starr, Yoko Ono Lennon, Olivia Harrison e Guy Laliberté para promover o "Revolution Lounge" situado em Las Vegas, Nevada e comemorar um ano do aniversário da apresentação LOVE do Cirque Du Soleil.[46]
McCartney tocando em Dublin, Irlanda (2010)
Em março de 2009, segundo a empresa de eventos Concerts West, ainda dependente de confirmação do Guiness Book of Records, McCartney tornou-se o recordista mundial em 'rapidez de venda de ingressos para um show musical', ao ter todos os bilhetes postos à venda para um show em Las Vegas, Estados Unidos, esgotados em apenas sete segundos.[47] Em 2010, participa do álbum de Ringo Starr, Y Not, faz participação em duas faixas na música "Peace Dream" tocando baixo, música esta em homenagem ao ex-beatle John Lennon e na música "Walk With You" fazendo segunda voz. No dia 2 de Junho de 2010, Presidente Barack Obama homenageou o cantor, Sir Paul McCartney, numa solenidade na Casa Branca, em Washington, D.C., com a Medalha da Biblioteca do Congresso Gershwin Prize para Canção Popular (Library of Congress Gershwin Prize for Popular Song, en ), pela sua contribuição acumulativa à música e canção popular.
O Presidente começou o seu discurso dizendo: "A todos os tremendos artistas, de todos os gêneros e formações que se uniram a nós hoje a noite para homenagear o primeiro e único, Sir Paul McCartney, muito obrigado: Stevie Wonder, Jonas Brothers, Faith Hill, Emmylou Harris, Lang Lang, Herbie Hancock, Elvis Costello, Jack White, Corrine Bailey Rae, Dave Grohl e o comediante, Jerry Seinfeld. Uma salva de palmas"! O Presidente também agradeceu a Biblioteca do Congresso, a Família Gershwin, a Public Broadcasting Service (PBS) e o Dr. James H. Billington, cujo trabalho na Biblioteca, e seu profundo compromisso para preservar o patrimônio da América para futuras gerações, é algo que todos nós valorizamos..." além do Presidente também querer mostrar a presença na cerimônia de homenagem a Sir Paul McCartney de diversos membros do Congresso e dignitários, fazendo uma menção especial à presença de Nancy Pelosi, a Presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos da América, a qual chamou de "grande defensora das Artes".
Paul McCartney recebendo o Gershwin Prize do Presidente Obama na Casa Branca - 2010
Durante seu breve discurso, Presidente Obama citou a importância extraordinária de Paul para a música e cultura americana, e de ter sido apropriado que a Biblioteca escolhesse Paul, como filho de um homem que tocava música de Gershwin no piano para ele durante sua vida, para receber esta homenagem, "...e que cresceu para ser o escritor de canções mais bem-sucedido da história, Sir Paul McCartney...." e acrescentou: "...Uma carreira legendária, difícil de acreditar que faz quase meio Século, quando os Beatles chegaram às margens da América e mudaram tudo durante a noite...". Disse que: "...os Beatles não foram as primeiras estrelas do rock, eles seriam os primeiros a dizer que outros abriram as portas para eles; mas, eles derrubaram os muros para todos que vieram depois. Em poucos anos eles mudaram a maneira que ouvimos música, a maneira que pensavamos sobre música, e a maneira que tocavamos música, para sempre. Eles ajudaram a gravar a trilha-sonora para uma geração toda. Uma Era de posibilidades sem fim e de grandes mudanças. E durante quatro décadas, desde então, Paul McCartney nunca desistiu..."; lembrando das contribuições com celebridades, incluindo, John Lennon, Wings, e com outros compositores e grupos, além de, logicamente, suas composições solo. Disse que "...200 de suas composições entraram nas paradas de sucesso, e ficaram nas paradas um total acumulativo de 32 anos...." (todos presentes aplaudiram)
O Presidente terminou seu discurso dizendo que, naquela noite, seria o seu distinto prazer apresentar a homenagem mais alta dos Estados Unidos da America, para música popular, em nome de uma nação grata, "grata por um jovem inglês que compartilhou de suas alianças com a gente, Sir Paul McCartney."
Entre os músicos que se apresentaram durante a festividade, Paul McCartney também cantou e tocou com o mesmo contrabaixo que ele tocou durante o The Ed Sullivan Show. Este recente concerto, em sua integridade, ficou gravado no portal da PBS como parte da séries "In Performance at the White House", que inclui 90 minutos de música, entrevistas e matéria feita nos bastiores durante a comemoração.
Vem ao Brasil pela terceira vez para uma apresentação de três shows, no repertório clássico dos The Beatles e do Wings, o primeiro show foi em Porto Alegre no dia 7 de novembro de 2010, o primeiro de Paul na capital gaúcha, e mais dois shows em São Paulo nos dias: 21 e 22 de novembro de 2010. Paul diz que show em São Paulo foi um dos melhores da carreira. "Eu acho que o primeiro show em São Paulo, para 65 mil pessoas, foi incrível. Os brasileiros amam minha música, então nós amamos tocar para eles e foi uma apresentação fora de série. Foi um dos melhores shows de todos os tempos. Foi brilhante", disse Paul McCartney.[48]
Outro momento considerado maravilhoso pelo músico em 2010 foi o show realizado na Casa Branca. O ex-beatle afirmou que apesar de ter sido menor em comparação ao do Morumbi, foi um grande evento. "Foi menor, mas muito bom, por conta da presença de Obama e de outros convidados que estavam no show. Foi uma noite incrivel", afirmou.[48]
Em 2010, faixa de pedestres dos estúdios Abbey Road vira patrimônio inglês. 'É a cereja do bolo de um grande ano', disse o ex-Beatle Paul McCartney.[49]
Paul vem ao Brasil pela quarta vez, desta vez para duas apresentações no Rio de Janeiro no Estádio Engenhão. As apresentações ocorreram nos dias 22 e 23 de maio de 2011. No repertório do artista, clássico dos The Beatles, Wings e de sua carreira solo.

Outras atividades
Música clássica
Paul McCartney desenvolveu outros interesses fora o rock. Em 1991, ele lançou seu primeiro álbum de música clássica, o Liverpool Oratorio. O álbum foi composto em colaboração com Carl Davis para comemorar o 150 aniversário do The Royal Liverpool Philharmonic Orchestra. Em 1997, McCartney lançou seu segundo álbum clássico, o Standing Stone. Em 2000, lançou A Garland For Linda, um álbum em homenagem a Linda e que contou com composições não só de McCartney mas de outros nove compositores contemporâneos. Em 2006 foi a vez do lançamento de Ecce Cor Meum.

Música eletrônica
Em 1995, McCartney gravou uma série de programas de rádio chamado Oobu Joobu que acabou gerando um série de álbuns bootlegs. Na década de 90, trabalhou em um projeto de música eletrônica com o baixista do Killing Joke, Youth, com pseudônimo de The Fireman lançando três álbuns, Strawberries Oceans Ships Forest (em 1993), Rushes (em 1998) e Electric Arguments (em 2008).

Literatura
Em 1984, McCartney escreveu e produziu a animação Rupert and the Frog Song. Em 2001, lançou o livro Blackbird Singing com alguns poemas compostos de letras de suas canções. Em 2005, lançou o livro infantil High In The Clouds: An Urban Furry Tail.

Negócios
Paul McCartney é um dos homens mais ricos da Inglaterra, seu patrimônio é avaliado em 670 milhões de libras. Em 1975, McCartney fundou a MPL Comunications ("McCartney Productions Limited") que cuida de seus direitos autorais e também possui um catálogo de outros músicos entre eles Buddy Holly, Carl Perkins e Meredith Willson.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Gene Simmons

Gene Simmons

Gene Simmons, nome artístico de Chaim Witz, (Haifa, 25 de agosto de 1949) é o vocalista, baixista e fundador da banda de hard rock Kiss. Simmons é mais conhecido pelo seu apelido "The Demon". Contrariamente a muitas personalidades do rock, Simmons afirma "nunca ter consumido drogas, nunca ter fumado nem nunca ter bebido álcool demais em toda a sua vida."[1] Naturalizado norte-americano, é um ex-professor primário. Dentre suas melhores composições estão Rock N' Roll All Night, Shout It Out Loud, Calling Dr. Love, Chritine Sixteen, A World Without Heroes, I Love It Loud, War Machine, Unholy, Domino, You Wanted The Best, Russian Roulette, Yes I Know (Nobody's Perfect), entre outros hits.

Biografia
Chaim Witz (que posteriormente mudaria seu nome para Eugene Klein) nasceu em Haifa, Israel e mudou-se com a mãe para os Estados Unidos quando tinha nove anos, indo morar em Queens, Nova Iorque (durante a Segunda Guerra sua mãe esteve num campo de concentração).[2] Gene aprendeu inglês lendo histórias em quadrinhos de super heróis, livros de ficção científica e filmes, particularmente os de terror (além de inglês, ele também fala hebraico, alemão e húngaro). Formou-se pelo Richmond College e foi professor de inglês no Harlem espanhol. Ele aprendeu a tocar guitarra, mas preferiu o baixo porque, segundo ele, existiam muitos guitarristas, e queria ser diferente.
Um amigo, Steve Coronel, o apresentou a Stanley Eisen (mais tarde, Paul Stanley). De começo eles não se gostaram, mas depois se enturmaram e juntos fundaram uma das mais importantes bandas de Hard Rock do mundo: Kiss, em janeiro de 1973. Perfeccionista, entra de cabeça nos negócios da banda, encarando a fantasia e explorando (e bem) o marketing dela. Mulherengo convicto, tem centenas de polaroid nuas das garotas com quem (segundo ele, mais de 5 mil) transou na estrada. Namorou as cantoras Cher e Diana Ross. Mora com a atriz e playmate Shannon Tweed há mais de 23 anos, com quem tem dois filhos, (Sophie Simmons e Nicholas Simmons).
Depois do sucesso da banda nos anos 70/80, Gene começa a descobrir novas bandas. Descobriu o Van Halen e Cinderella. Retira a máscara em 1983 com o lançamento do álbum "Lick it Up" a ficou assim até 1996 quando houve a "Reunion Tour" com todos os membros originais do Kiss. Na década de 80 Gene tentou a carreira de ator estrelando filmes como "Runaway" (de 1985, com Tom Selleck, da série Magnun), "Wanted Dead or Alive", entre outros. Gene resolveu ampliar seus horizontes e passou a fazer várias participações em filmes e séries (fez o papel de um traficante na serie Third Watch), produziu novas bandas (Keel foi uma delas), desenhos animados, sua própria revista, etc. Nesta época deixou o Kiss um pouco de lado, coisa do que ele se arrependeu futuramente.
Com 1,90m, Gene é um dos maiores ícones da rock mundial. É famoso mundialmente por sua gigantesca língua e nos palcos chama a atenção por sua demoníaca figura, por cuspir fogo, vomitar sangue, além de tocar seu baixo em formato de machado. Tem sua própria revista "Gene Simmons Tongue Magazine", seu próprio selo (Simmons Record), desenho animado "My Dad the Rock Star". Em dezembro de 2001 lançou seu livro, KISS And Make-up, onde conta coisas inesperadas da banda. Em agosto de 2006 estreou seu reality show "Gene Simmons: Family Jewels" no canal A&E, e devido ao seu sucesso, teve uma segunda temporada onde entre muitas coisas mostra a cirurgia plástica a que se submeteu. Em 2009 promoveu um leilão beneficente para uma instituição onde o produto que foi arrematado por quinze mil dólares era uma pedra retirada cirurgicamente de um de seus rins.

Discografia
Kiss
Solo
Curiosidades
Gene é citado no seriado Todo Mundo Odeia o Chris no episódio "Todo Mundo Odeia Identidades Falsas". Onde Chris usa uma identidade com o nome do músico.

Tim Commerford

Tim Commerford

Tim Commerford (nascido no dia 26 de Fevereiro de 1968 nos EUA) é um baixista que tocou na banda Rage Against the Machine com Zack de la Rocha e no Audioslave, no qual era também o vocal de apoio de ambas.
Na sua família, ele é o mais jovem das 5 crianças. Seu pai foi um engenheiro aeroespacial e sua mãe foi uma matemática. O Pai de Commerford já foi divorciado e se casou novamente, enquanto que sua mãe se mudou para Sacramento, Califórnia para viver com sua irmã, antes de ela morrer de câncer no cérebro, quando Commerford tinha 20 anos.
Zack de la Rocha e ele se tornaram amigos em uma escola primária, quando Tim mostrou a Zack como se roubava comida da cafeteria do colégio.
Commerford tem inúmeras tatuagens, incluindo uma desenvolvida que cobre suas costas, braços, peito e perna esquerda. Sua primeira tatuagem foi uma faixa preta em torno de seu braço, em homenagem à sua mãe.
Commerford é fã de jazz, e é um fanático por mountain bike chegando ao ponto de incluir agradecimentos as suas bicicletas no encarte do disco The Battle of Los Angeles.

Equipamentos
  • 70's Modified Fender Jazz Bass: Foi o baixo mais usado por Tim, até ser quebrado ao final de uma performance ao vivo no MTV Music Awards do RATM. Sua afinação era a padrão (E-A-D-G). Commerford o modificou botando um único captador branco, próprio para tocar com os dedos. Tim também tirou o escudo do baixo.
  • Rickenbacker Bass: Este baixo foi ocasionalmente usado por Tim. A cor e o modelo deste são desconhecidos. Possivelmente, esse baixo deve ter sido usado para as gravações de algumas músicas do Evil Empire.
  • Modified Fender Jazz Bass: Esse baixo foi usado em performances ao vivo da banda na época de Evil Empire. Este baixo era preto e tem um braço da Fender P-Bass. Também tinha um escudo branco. Commerford o modificou botando captadores próprios para serem tocados com os dedos.
  • 70's Modified Fender Jazz Bass: Este foi o baixo favorito de Tim no RATM, depois que ele o comprou em 1996. O baixo tinha uma cor Vintage e um escudo Tortoise Shell. Tim mandou por mais 9 trastes no baixo. Era afinado em B-E-A-D. Neste, também foi colocado captadores próprios para serem tocados com os dedos.
Este baixo foi usado no último show da banda, que mais tarde viria a se tornar um registro chamado Live at the Grand Olympic Auditorium. Também foi usado para gravar o primeiro álbum do Audioslave

Steve Harris

Steve Harris

Stephen Percy Harris (Londres, 12 de março de 1956), popularmente conhecido como Steve Harris, é um músico inglês. Steve é membro-fundador, baixista e principal compositor da banda de heavy metal Iron Maiden que surgiu em 1975. Harris e o guitarrista Dave Murray são os únicos a terem gravado todos os álbuns da banda.

Biografia
Steve trabalhava como desenhista arquitetônico em Londres, mas desistiu do trabalho quando fundou o Iron Maiden. Cogitou ser futebolista antes de virar músico - durante a década de 1970 chegou a jogar nas categorias de base do West Ham United, o time pelo qual torce.
Como baixista autodidata, o primeiro baixo de Steve foi uma cópia de um Fender Precision, que lhe custou 40 libras, aos 17 anos de idade. Hoje ele usa seu próprio Fender Precision Bass personalizado. Steve Harris foi influenciado por baixistas também excepcionais, como Chris Squire do Yes, Mike Rutheford do Genesis, Andy Fraser do Free, Martin Turner do Wishbone Ash, Geddy Lee do Rush, Geezer Butler do Black Sabbath e John Entwistle do The Who. Um de seus baixistas favoritos é Pete Way do UFO, que também influenciou seu estilo e performance de palco.
A primeira banda de Harris foi a banda "Influence", que foi mais tarde renomeada para Gypsy's Kiss. Porém, depois de sete apresentações, o grupo acabou e Harris decidiu se juntar a uma banda da região leste de Londres chamada Smiler. Nesta banda estavam o baterista Doug Sampson, o vocalista Dennis Wilcock e os guitarristas Mick e Tony Clee. Mick e Tony, oito anos mais velhos que Steve, eram os líderes da banda. Para Steve, foi experiência interessante, mas relativamente bem curta. A banda chegou a fazer uma versão de Innocent Exile, mas recusaram-se a tocar a primeira composição de Harris ("Burning Ambition"), com a justificativa de que ela mudava muitas vezes a fórmula de compasso (mudanças de andamento).
Frustrado, Harris saiu da Smiler e resolveu buscar novos músicos para uma banda nova, o Iron Maiden. O nome foi retirado do filme O Homem da Máscara de Ferro, baseado na obra de Alexandre Dumas.
Harris foi casado duas vezes e tem 6 filhos. Sua filha Lauren Harris é cantora, chegando a abrir shows do Iron Maiden, e seu filho George toca guitarra na banda Burn In Reason. Harris é também proprietário do Eddie`s Bar em Santa Bárbara de Nexe, Algarve, Portugal, onde também tem uma casa.

Estilo
Harris é o principal compositor da banda, e em alguns álbuns participa de todas as canções. Também costuma ser o co-produtor dos discos e participar da mixagem, e chegou a dirigir alguns videoclipes e vídeos de apresentações.
O baixo de Steve Harris é marcado pela "galopagem" - uma nota seguida por duas outras tocadas em rápida sucessão. Harris não usa palhetas, e costuma passar giz nos dedos antes de tocar. Além do baixo, Harris faz backing vocals e toca teclado no estúdio (nos shows, o músico Michael Kenney cumpre essa função).

Discografia